Olha eu aqui de novo, e falando de algo que eu amo muito. Se depender de mim, vocês verão seguidamente Beatles aqui.
Este ano faz 40 anos do albúm Abbey Road, o penúltimo albúm dos Beatles e o último a ser gravado (Let It Be foi gravado antes, mas lançado depois). O albúm marca o fim da banda.
A simplicidade está muito bem representado na capa. Só o fato deles terem atravessado a rua, tornou-se sonho de todos os Beatlemaníacos atravessá-la (tem até uma câmera que filma 24h a "Cross Zebra"). E eu, se passar no vestibular, pretendo atravessá-la final do ano que vem.
É difícil escolher um albúm dos Beatles que eu goste mais, mas provavelmente seja Abbey Road a minha resposta. Se bem que eu mudo de albúm favorito todo dia, porque depende muito do meu humor. Tem dia que é o primeiro deles, Please Please Me, com baladinhas dançantes e tem outros que é o último, Let It Be. Mas Abbey Road está definitivamente entre os preferidos de qualquer Beatlemaniaco.
2. Something
3. Maxwell's Silver Hammer
4. Oh! Darling
5. Octopus's Garden
6. I Want You (She's So Heavy)
7. Here Comes The Sun
8. Because
9. You Never Give Me Your Money
10. Sun King
11. Mean Mr. Mustard
12. Polythene Pam
13. She Came In Through The Bathroom Window
14. Golden Slumbers
15. Carry That Weight
16. The End
17. Her Masjesty
sexta-feira, 24 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Luciana Souza
Como sou um ser novo aqui, fiquei meio acanhada para postar e não sabia que cantor/banda postar. Mas me decidi e aqui estou.Vou fazer uma breve apresentação da minha pessoa. Meu nome é Isadora, mas prefiro que me chamem de Isa (não me perguntem o porquê), tenho um blog, meio pessoal, meio sei-lá-o-quê, sou de Pelotas, gaúcha como poucos e extremamente apaixonada por Beatles, é só eu ouvir qualquer coisa sobre eles que eu fico louca.
Mas como eu não escuto o tempo todo os Fab4, gosto de "descobrir" novos cantores, por mim desconhecidos. É o caso dessa cantora, que por acaso eu achei uma música dela, que veio no meu computador novo. Eu estou ouvindo muito Bossa Nova ultimamente, algo que eu desprezava antes, e ela faz desse gênero uma bela poesia. O nome é Luciana Souza, que me fez gostar do "jazz brasileiro". Este CD é composto por músicas em inglês, mas ela canta em português também. Tem uma voz muito boa, relaxante e, para quem gosta do gênero, claro, experimente ouvir ao fundo de um bate-papo descontraído com os amigos, ou ao de um jantar à luz de velas. Vale a pena.
Luciana Souza - The New Bossa Nova

1. Down to You (Joni Mitchell)
2. Never Die Young (James Taylor)
3. Here It Is (Leonard Cohen)
4. When We Dance (Sting)
5. Satellite (Elliott Smith)
6. Were You Blind that Day? (Steely Dan)
7. Love Is for Strangers (Larry Klein e Walter Becker)
8. You and the Girl (Luciana Souza e Larry Klein)
9. Living without You (Randy Newman)
10. I Cant Let Go Now (Michael McDonald)
11. God Only Knows (Brian Wilson)
12. Waters of March (Antonio Carlos Jobim)
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domingo, 12 de julho de 2009
Download speed - 0kbs
Diferente daquela história de deixar o melhor (ou mais difícil) por último, vou postar direto o álbum que até hoje mais me deu trabalho obter...
Splendora é um quinteto de Nova York cujo qual tem qualquer informação sobre eles tão difícil de se encontrar como suas musicas (4 meses baixando de apenas 2 fontes). Tanto que o unico site qual eu encontrei algo sobre, foi esse, e, grande parte do que lhes direi sobre eles, é um resumo do tal site.
A banda, cuja unica informação fácil de se conseguir é que fez a musica de abertura de Daria foi formada belas irmãs Janet e Tricia Wygal, as quais já tinham certo nome na cena alternativa de Nova York pelos seus shows solo.
Seu primeiro e unico álbum é de 1995 e se chama "In The Grass". A banda foi bem falada na época, tendo fitas e cds correndo de mão em mão no underground, tanto que um deles chegou às portas da MTV que fez um especial com a banda e colocou uma de suas musicas na abertura da série de TV Daria.
Apenas um ou dois anos depois a banda teve seu fim declarado pois os membros precisavam ganhar dinheiro de verdade de algum jeito, mas, para os que acompanham a banda de longe, pouco se sabe sobre o que eles acabaram fazendo de verdade com o fim da banda, porém, o que importa de verdade, o álbum, eu deixo aqui pra vocês apreciarem mais essa maravilha noventista.
Enjoy!
In The Grass - 1995

01 - Bee Stung Lips
02 - Rat Fink
03 - Breeze
04 - Rocker
05 - Beautiful
06 - Pollyanna
07 - Reanimator
08 - Shirt On
09 - Sever
10 - Rattle
11 - Cover the River
12 - No Place
13 - It's Great
14 - Busted
15 - You're Standing On My Neck
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Jet

O Jet é uma banda australiana formada em 2001 que lançou dois CD’s até hoje, sem contar os outros dois EP’s. Em 2002, lançaram um primeiro trabalho entitulado “Dirty Sweet” com tiragem de 1000 cópias, esse número se esgotou rapidamente e eles tiveram de fazer outra demanda de cópias. O sucesso foi tanto, que a gravadora Elektra ofereceu um contrato, além de relançar “Dirty Sweet”.
Com a Elektra, o Jet se viu permitido a produzir o primeiro CD, entitulado “Get Born”, com influências do rock clássico dos anos 60, contando, inclusive, com a participação de Billy Preston, famoso por gravar com os Beatles, Eric Clapton e os Rolling Stones. Get Born é tão bom que até mesmo os Gallagher do Oasis chegaram a elogiar o Jet, dizendo que eram a única banda de Rock’n’Roll da atualidade que não envergonhava o Oasis. Na época de lançamento do CD, o Jet também abriu shows do Rolling Stones na austrália, dando ainda mais repercução à banda.
Em 2006, os irmãos Nic e Chris Cester, líderes do Jet, sofreram um grande baque em meio as gravações e “Shine On”, segundo álbum da banda; Seu pai havia morrido e isso teve grande influência no trabalho dos dois, “Shine On” adquiriu um clima de luto e possuiu uma faixa escrita pelo pai dos dois, chamada “Shine On”. O nome do disco também é uma homenagem a ele. Sobre a musicalidade do disco, vê-se um trabalho levemente mais comercial, mas extremamente bom, assim como “Get Born”.
Em 2009, o Jet lançará “Shaka Rock”, terceiro disco da banda.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009
Os Nerds
Lembro da minha época de mIRC... era tão mais divertido que MSN, orkut e derivados atuais... todos se conheciam pelo nick, tinha o prestígio de ter OP (a famosa arrobinha antes do nick) em algum canal famoso, tinha o #Jardineiros aonde todos tinham OP, e tinha a banda que nos entendia, Os Nerds... Bandinha porto-alegrense que utilizava ritmos de clássicos do Rock e do Indie para compor letras sobre o cotidiano de quem passa mais da metade do dia na frente do PC.
Os Hits Say Ain't So e Here Comes Your Man das bandas Weezer e Pixies viraram "Logs de Amor" e "Me dêem OP no #seu_coração" e eram cantadas nos IRContros como hinos da Internet.
PS: Não achei nenhuma foto das criaturas, então vai a imagem do site mesmo...
PS²: Não existe um CD da banda, esta é uma coletânea com todas as músicas da banda disponíveis na net
Ouçam e tirem a prova por si mesmo.
Os Hits Say Ain't So e Here Comes Your Man das bandas Weezer e Pixies viraram "Logs de Amor" e "Me dêem OP no #seu_coração" e eram cantadas nos IRContros como hinos da Internet.
PS: Não achei nenhuma foto das criaturas, então vai a imagem do site mesmo...
PS²: Não existe um CD da banda, esta é uma coletânea com todas as músicas da banda disponíveis na net
Ouçam e tirem a prova por si mesmo.
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terça-feira, 7 de julho de 2009
Planet Hemp - Usuário
Ninguém na história da música brasileira conseguiu incomodar tanto quanto eles, e talvez nunca ninguém mais conseguirá.
Em tempos em que a maconha era muito mais mal vista do que é hoje, 2 caras começaram uma banda com a proposta de falar sobre um assunto que hoje, quase 20 anos depois, ainda é motivo de polêmica, a legalização da maconha. Marcelo D2 e Skunk, mais do que simplesmente falar sobre maconha, abordaram temas sociais de uma maneira bem mais incisiva do que a maioria das bandas do país já haviam feito até então.
Misturando vocais de rap a guitarras psicodélicas e uma pegada hardcore, o som do Planet Hemp tem um estilo único, o que somado a polemica presente nas letras, levou a banda ao reconhecimento no cenário underground nacional, e logo depois a despertar o interesse das gravadoras, lançando em 1995 o album "Usuário", com BeNegão assumindo os vocais no lugar de Skunk, falecido no ano anterior.
Em tempos em que a maconha era muito mais mal vista do que é hoje, 2 caras começaram uma banda com a proposta de falar sobre um assunto que hoje, quase 20 anos depois, ainda é motivo de polêmica, a legalização da maconha. Marcelo D2 e Skunk, mais do que simplesmente falar sobre maconha, abordaram temas sociais de uma maneira bem mais incisiva do que a maioria das bandas do país já haviam feito até então.
Misturando vocais de rap a guitarras psicodélicas e uma pegada hardcore, o som do Planet Hemp tem um estilo único, o que somado a polemica presente nas letras, levou a banda ao reconhecimento no cenário underground nacional, e logo depois a despertar o interesse das gravadoras, lançando em 1995 o album "Usuário", com BeNegão assumindo os vocais no lugar de Skunk, falecido no ano anterior.
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
ORSON
Orson é uma banda que, pra mim, consegue mudar o ânimo rapidinho e mesmo sabendo pouco dela pra escrever aqui vou disponibilizar o álbum que lançou eles para a mídia, "Bright Idea", de 2006, que foi gravado em Los Angeles mas fez sucesso especialmente no Reino Unido levando pra lá um estilo de música bem diferente do que eles estavam acostumados a escutar. O single "No Tomorrow" chegou a 1º das paradas de lá e continua sendo uma das músicas favoritas de quem curte Orson. Em 2007 lançaram Culture Vultures que não teve o mesmo impacto que o primeiro, mas não deixa de ser bonzinho.Então, apresentendo pra vocês no vocal Jason Pebworth, George Astasio na guitarra, Kevin Roentgen na guitarra e no vocal, Johnny Lonely no baixo e Chris Cano na bateria. Espero que gostem.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Moto Perpétuo
Bem, a banda era formada por: Guilherme Arantes (teclados e vocal), Egydio Conde (guitarra solo e vocais), Diógenes Burani (percussão e vocais), Gerson Tatini (contra-baixo e vocais) e Cláudio Lucci (violões, violoncelo, guitarra e vocal). Alguns conhecidos como Guilherme Arantes, que logo após o final da banda seguiu em carreira solo e teve algum sucesso. Egydio Conde, que também depois do término da banda, entrou para o grupo Som Nosso de Cada Dia. Com essa formação, a banda trouxe um unico album intitulado com o nome da banda (Moto Perpétuo) em 1974, album esse que trago a vocês.
Para muitos a banda acabou em 1975, ano seguinte de lançamento do album de estréia, para outros a banda seguiu e, lançou mais um album, São Quixote em 1981, esse sem Guilherme Arantes, e também sem muito sucesso.
O som do Moto perpétuo por vezes lembra Yes, Genesis e até mesmo Gentle Giant. Algumas bandas sofreram infuência do Moto Parpétuo, como "Sagrado Coração da Terra" e "Asa de Luz".
As músicas que mais gosto do album são: Mal o Sol, Não Reclamo da Chuva, Os Jardins.
Moto Perpétuo - Moto Perpétuo [1974]

01. Mal o Sol
02. Conto Contigo
03. Verde Vertente
04. Matinal
05. Três e Eu
06. Não Reclamo da Chuva
07. Duas
08. Sobe
09. Seguir Viagem
10. Os Jardins
11. Turba
Download via iFile.it
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Rock Regressivo
terça-feira, 9 de junho de 2009
Rilo Kiley
Das bandas que eu sou fã assumido e de carteirinha, já marcaram presença no Faixa Desconhecida algumas como Death Cab e Pin Ups, outras como Pavement e Modest Mouse ainda marcarão e hoje o Rilo Kiley marca.Falar sobre uma banda que temos muito apego é realmente difícil. O Rilo Kiley, com certeza, se encontra no meu Top 3 de bandas, mas tudo bem, vamos tentar.
Sobre o som:
Foge do básico, mostra um indie com uma mistura de musica californiana e folk. Sons divertidos e animados na voz aveludada da frontwoman Jenny Lewis que, além de cantar, toca guitarra, baixo e teclado em algumas musicas.
Sobre a tragetória:
Jenny Lewis (uma das mulheres mais legais do mundo) e Blake Sennett eram atores na adolescência e, por conviverem no mesmo meio, acabaram por se conhecer no meio da década de 90, em Los Angeles, onde moravam. Um certo dia em 98, os dois resolveram montar uma banda e, pra isso, chamaram para juntar-se à eles Pierre de Reeder e Dave Rock (mais tarde substituído por Jason Boesel).
Um ano passou e o Rilo Kiley havia lançado seu primeiro álbum, The Initial Friends, tendo a distribuição feita por eles mesmos, conquistando, assim, a cena Indie/Alternativa californiana por completo, tendo, inclusive, duas musicas desse disco incluídas na trilha sonora do filme Desert Blue.
Com uma base de fãs já formada, não demorou muito para que a Barsuk records (um dos selos independentes mais importantes dos EUA) os descobrisse. Um contrato para um álbum foi assinado e foi cumprido de maneira exemplar, o disco feito foi Take Offs & Landings, na minha opinião, o melhor da banda, contendo as musicas que melhor definem a minha visão desse quarteto.
Um ano depois, um novo contrato, uma nova gravadora e um novo disco. The Execution Of All Things foi lançado em 2002 pela Sadle Creek e é considerado por muitos o melhor cd dá banda.
Algumas diferenças entre a banda e a gravador fizeram com que o próximo disco fosse lançado por eles mesmos novamente, mas desta vez assumiram um nome para um selo próprio, "Brute/Beaute records". A aceitação do disco foi tamanha que teve a distribuição feita pela Warner, a qual os contratou para seu major selo para lançar o disco Under The Black Light em 2007.
Minha opinião:
A banda chega perto da perfeição. (sem medo de usar essas palavras)
Os álbuns que lhes ofereço hoje são o Take Offs & Landings e o The Execution Of All Things. O meu favorito e o favorito da crítica e da maioria dos fãs. Tirem suas dúvidas e...
Enjoy!
Take Offs & Landings - 2001
01 - Go Ahead

02 - Science Vs. Romance
03 - Wires and Waves
04 - Pictures Of Success
05 - August
06 - Bulletproof
07 - Plane Crash In C
08 - Variations On A Theme (Science Vs. Romance)
09 - Small Figures In A Vast Expanse
10 - Don't Deconstruct
11 - Always
12 - We'll Never Sleep
13 - Rest Of My Life
14 - Variations On A Theme (Plane Crash In C)
15 - Salute My Shorts
The Execution Of All Things - 2002

01 - The Good That Won't Come Out
02 - Paints Peeling
03 - The Execution Of All Things
04 - So Long
05 - Capturing Moods
06 - A Better Son/Doughter
07 - Hail To Whatever You Found In The Sunlight That Surround
08 - My Slumbering Heart
09 - Three Hopeful Thoughts
10 - With Arms Outstretched
11 - Spectacular Views
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(Salvador),
Folk,
Indie
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Boate Guspe

Aleatoriedade, Midis toscos, um microfone de PC e o que vier na cabeça. É só disso que Daniel e Vespa precisam pra fazer músicas random style na Boate Guspe. o 1º CD intitulado "Ruim Que é Tri", que conta com 11 faixas, mais 2 bonus, tem destaques pras músicas Bowchauer, Veneno e Pessoal da Manlec. Ouçam por si só, é Random demais pra explicar.
Boate Guspe - Ruim Que é Tri
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